sexta-feira, fevereiro 01, 2008
palpitas-me
o cheiro da tua pele paira agora sobre a minha. Sei que ainda vai perdurar nela durante um bom tempo. O teu perfume demora no reencontro do seu lar, e até lá aluga um espaço em mim, no meu coração, na minha pele, na minha memória. Mas que posso mais fazer? não consigo controlar. . . e sabe tão bem quando ficamos deitados lado a lado no vazio, com o teu palpitar tão perto do meu, sem segundas intenções, sem outras implicações, somente ali . . . a mirar os olhos do outro, a decorar contornos e traços que sabemos não poderem ser nossos. Somos o momento em momentos bons, tão especiais e esporádicos. Alimentamo-nos assim. . . do olhar.
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Um comentário:
gosto e todos nós nos alimentamos de pequenos nadas... que no fundosão tudo...
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