
De tanto tentar evitar o inevitável
estou cansada....
De tanto combater a foice que te quer ceifar
estou cansada....
E continuo na vigia...
na vigia do ar…do pulso…do sangue...
[qual vampiro que anseia desesperando em comunhão, o último suspirar]
e não tiro os olhos de ti...
com medo de te perder, com medo de ver…mas não consigo desviar o olhar.
Sentimento egoísta, ambíguo e exasperado que me encandeia, quando o teu último sopro me assombra o pensamento.
Na ineficácia da luz somos apanhados, como se de uma atracção se tratasse.
De tanto ver a minha pouca eficácia perante ti...
Estou cansada…mas nunca rendida.
estou cansada....
De tanto combater a foice que te quer ceifar
estou cansada....
E continuo na vigia...
na vigia do ar…do pulso…do sangue...
[qual vampiro que anseia desesperando em comunhão, o último suspirar]
e não tiro os olhos de ti...
com medo de te perder, com medo de ver…mas não consigo desviar o olhar.
Sentimento egoísta, ambíguo e exasperado que me encandeia, quando o teu último sopro me assombra o pensamento.
Na ineficácia da luz somos apanhados, como se de uma atracção se tratasse.
De tanto ver a minha pouca eficácia perante ti...
Estou cansada…mas nunca rendida.