sábado, fevereiro 02, 2008

chocolate quente para um


Já era tarde.
Num acto de “fartitude” (sim, quando estamos fartos de algo ou alguém) levanta-se da cama inquieta que não a conseguia adormecer. Lembrou-se de ir à cozinha.

Apetecia-lhe um chocolate quente.
Foi até à sala procurar companhia para o assalto ao leite quente e às bolachas estaladiças. Responderam-lhe com aquela frase típica, de quem tem conversas intermináveis no computador: só mais dois minutos, que já me estou a despedir. (enquanto teclava freneticamente e olhava o monitor como se de um espelho se tratasse.) Enfim… seguiu para a cozinha sozinha. Preparou um chocolate quente.

Soube-lhe a memórias de outras noites, passadas com amigos à lareira em outros sítios. Saboreou um chocolate quente.
Comeu uma ou duas bolachas, pegou na água, fez uma festa no pêlo macio do gato (que insistia em roçar-se nas suas pernas, como tentativa de chamada de atenção), e seguiu para a cama. Bebeu um chocolate quente.

3 comentários:

Joanne disse...

Chocolate quente...doce e acolhedor como as memórias e os corações que dividem momentos =D

Andrew Polawsky disse...

Horrivel beber um chocolate quente sozinho,porque ela o fez?? Não tinha alternativa?? Se calhar as vezes só a mesmo um caminho.. Continuo a acreditar que não

Fipa disse...

se calhar s tivesse bebido acompanhada, n tinha tido espaço para as memorias k lh assaltaram os sentidos! =)